<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>MotionLab &#187; Conceitos</title>
	<atom:link href="http://lab.rseiji.com/category/references/concepts/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://lab.rseiji.com</link>
	<description>Experimentos em interações por movimento e som</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 Sep 2009 18:07:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Flanar é aprender pela curiosidade</title>
		<link>http://lab.rseiji.com/references/concepts/flanar</link>
		<comments>http://lab.rseiji.com/references/concepts/flanar#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 08:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[informal learning]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lab.rseiji.com/?p=62</guid>
		<description><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Flanar+%C3%A9+aprender+pela+curiosidade&amp;rft.aulast=Sato&amp;rft.aufirst=Ricardo&amp;rft.subject=Conceitos&amp;rft.source=MotionLab&amp;rft.date=2009-04-26&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://lab.rseiji.com/references/concepts/flanar&amp;rft.language=English"></span>
Meu conhecimento sobre educação é limitado em quantidade, qualidade e perspectiva. Durante os poucos anos que lido com isso, 99% do tempo estive na cadeira de aluno, tentando estudar, ler, aprender, ficar acordado, terminar os exercícios a tempo, fazer aquele tempo valer a pena e por aí vai. E nestes últimos meses tenho lido sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Flanar+%C3%A9+aprender+pela+curiosidade&amp;rft.aulast=Sato&amp;rft.aufirst=Ricardo&amp;rft.subject=Conceitos&amp;rft.source=MotionLab&amp;rft.date=2009-04-26&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://lab.rseiji.com/references/concepts/flanar&amp;rft.language=English"></span>
<p>Meu conhecimento sobre educação é limitado em quantidade, qualidade e perspectiva. Durante os poucos anos que lido com isso, 99% do tempo estive na cadeira de aluno, tentando estudar, ler, aprender, ficar acordado, terminar os exercícios a tempo, fazer aquele tempo valer a pena e por aí vai. E nestes últimos meses tenho lido sobre aprendizado, o que tem feito o 1% do tempo como intrutor, professor, tutor ou palestrante valer mais a pena e inspirando a expadir essa porcentagem. E expandindo também um pouco da quantidade, qualidade e novas perspectivas sobre educação.</p>
<p>Dentre os modos de aprendizado, um que me interessa é o aprendizado informal (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Informal_learning"><em>informal learning</em></a>) que busca traçar métodos e conceitos sobre o aprendizado constante e &#8220;natural&#8221;, guiado pela curiosidade e exploração. <a href="http://tarina.blogging.fi/2006/07/06/social-web-informal-learning-presentation-online/">As redes sociais têm contribuido</a> para que esse modo de aprendizado ganhe potência, como <a href="http://tarina.blogging.fi/">Teemu Arina</a>, CEO da <a href="http://www.dicole.com/">Dicole</a>,  demonstra em seu diagrama sobre Informal Learning:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/jaycross/420569300/"><img title="Informal Learning by Teemu Arina" src="http://farm1.static.flickr.com/133/420569300_aa925cb602.jpg" alt="" width="500" height="358" /></a><p class="wp-caption-text">Informal Learning por Teemu Arina</p></div>
<p><a href="http://www.linkedin.com/in/ingedewaard">Inge de Ward</a>, pesquisadora em e-learning, escreveu em seu blog sobre como ocorre <a href="http://ignatiawebs.blogspot.com/2009/03/informal-learning-in-everyday-practice.html">o aprendizado informal ao conhecer cidades e seus símbolos</a>. Sua proposta começa por conhecer o contexto da cidade – formando um <em>framework</em> para interpretá-la – sendo a arquitetura seu principal guia. Segue por guia-se pela sua jornada através das pessoas e sinalizações locais, deixando os mapas para situações mais emergenciais e assim permitir se perder e achar, tornando a exploração mais excitante.</p>
<p>Essa exploração permite que o conhecimento e experiências pessoais sobre o local sejam construídas pelas percepções e reflexões realizadas no decorrer da jornada, desprendendo as ações de construção de conhecimento de guias turísticos ou city tours guiados. Essa forma de se relacionar com a cidade me foi apresentado sob a perspectiva antropológica da <a href="http://twitter.com/ritacao">Rita Alves</a>, como um ato de <strong>flanar – v</strong>erbo derivado o termo inglês/francês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fl%C3%A2neur"><em>flâneur</em></a> – vagar pela cidade com o olhar curioso e sempre atento.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lab.rseiji.com/references/concepts/flanar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>MALL</title>
		<link>http://lab.rseiji.com/references/concepts/mall</link>
		<comments>http://lab.rseiji.com/references/concepts/mall#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 18:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[MALL learning]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lab.rseiji.com/?p=58</guid>
		<description><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=MALL&amp;rft.aulast=Sato&amp;rft.aufirst=Ricardo&amp;rft.subject=Conceitos&amp;rft.source=MotionLab&amp;rft.date=2009-04-23&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://lab.rseiji.com/references/concepts/mall&amp;rft.language=English"></span>
Mobile Assisted Language Learning (MALL) configura no uso de dispositivos móveis – celulares, tocadores de músicas, assitentes digitais – no aprendizado de idiomas. O MALL deriva da fusão de dois conceitos, o Computer Assisted Language Learning (CALL) e o Mobile Learning (ML). O CALL é um conjunto de ferramentas em computadores empregadas para aprendizado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=MALL&amp;rft.aulast=Sato&amp;rft.aufirst=Ricardo&amp;rft.subject=Conceitos&amp;rft.source=MotionLab&amp;rft.date=2009-04-23&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://lab.rseiji.com/references/concepts/mall&amp;rft.language=English"></span>
<p>Mobile Assisted Language Learning (MALL) configura no uso de dispositivos móveis – celulares, tocadores de músicas, assitentes digitais – no aprendizado de idiomas.</p>
<p>O MALL deriva da fusão de dois conceitos, o Computer Assisted Language Learning (CALL) e o Mobile Learning (ML). O CALL é um conjunto de ferramentas em computadores empregadas para aprendizado em grupo e individual de idiomas. O ML é o emprego dos dispositivos móveis ao aprendizado.</p>
<p>O MALL permite que o aluno não seja dependente de um lugar específico ou horário pré-definido de aulas para realizar o estudo do idioma, o tornando independente para que este seja realizado conforme sua agenda e disponibilidade de tempo. Essa facilidade é por conta das principais atividades serem audição e pronúncia.</p>
<p>A evolução das funcionalidades e recursos disponíveis em celulares permite que outras atividades ganhem adoção, como o uso e produção de imagens e vídeos, integrações com redes sociais e conferências por audio e vídeo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lab.rseiji.com/references/concepts/mall/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

